Palavra do Presidente


Estamos colocando no ar um site atualizado com o objetivo de manter viva essa nossa forma de contato associação/associado. A obrigação desta presidência é fazer, nesta ocasião, uma manifestação aos associados da ACEG no sentido de reafirmar o orgulho de ser cronista esportivo gaúcho, de ser um de vocês. Estamos nos últimos meses do nosso segundo mandato e é imperativo que os colegas se preparem para investir um novo presidente no comando da ACEG no próximo mês de outubro deste ano 2008. Gostaria que fosse o Marco Antônio Pereira, o atual vice-presidente Executivo, mas essa decisão será dele e dos nossos associados eleitores.


O Marco Antônio conhece a todos, tem trânsito nos clubes, respeito no meio social e, acima de tudo, tomou gosto pelo trabalho de conduzir a ACEG dentro dos nossos princípios estatutários. É ele Marco Antônio que está sempre presente nos estádio buscando soluções para facilitar o trabalho dos nossos companheiros cronistas. Há outros nomes igualmente engajados na idéia de fazer nossa associação ser respeitada por sua seriedade no trato das questões de credenciamento nos estádios e controle ético da atividade profissional, como o Edgar Vaz, o vice-presidente eleito. Mas gostaria que outros nomes viessem para uma disputa democrática, no voto. Acredito que estejamos agora maduros para fazer uma disputa eleitoral sem que isso possa representar uma crise ou uma divisão no grupo de associados da ACEG. Assumimos com muitos sócios inativos e hoje estamos computando 850 sócios ativos, em dia e habilitados, com suas credenciais do ano 2008, para o exercício da atividade nos estádios.


Ao longo desses três anos descobri que ser presidente da ACEG é muito honroso e muito trabalhoso. O presidente é como o pai de família, tudo que faz e parte de sua obrigação presidencial, e tudo que deixa de fazer ou faz mal é motivo para críticas. Mas sempre trabalhei bem com a crítica, ela sempre nos ajudou nesses três anos. Minha maior frustração é não ter tempo o bastante para fazer tudo que é possível e necessário para desenvolver efetivamente o patrimônio material da ACEG. Temos um grande conceito enquanto entidade de classe; somos respeitados no nosso meio, mas carecemos de condições estruturais, de melhor arrecadação para promover melhorias em nossa sede e ampliar as condições de atendimento dos associados. Ainda assim, quero afirmar aos associados: vale a pena ser presidente, eu faria tudo novamente e penso que vocês devem ter essa aspiração e compromisso com a categoria.


José Aldo Pinheiro

Presidente