Ca-Ju termina empatado

O equilíbrio marcou o clássico Ca-Ju 263, disputado nessa quinta-feira, no Estádio Alfredo Jaconi, pela sexta rodada do Gauchão. Em termos práticos, no entanto, o 1 a 1 acabou sendo melhor para o Juventude do que para o Caxias. Isso porque a equipe alviverde segue na zona de classificação do Grupo 1, agora com cinco pontos, enquanto a grená viu ficarem mais difíceis as chances de chegar às quartas de final do primeiro turno. Mesmo com mais do que o dobro de pontos do rival (11), devido à paridade entre os times do Grupo 2.

Após o Caxias ter começado melhor, o Juventude equilibrou as ações do primeiro tempo. Mais do que isso: passou a dominar. Nos primeiros minutos, o time visitante optou por pressionar a saída de bola do adversário, teve o domínio territorial, mas não conseguiu concluir. Aos seis minutos, Marcos Denner recebeu lançamento e dividiu com o goleiro Fernando Wellington, que conseguiu afastar para escanteio. Na cobrança, Luiz Felipe colocou na área e Victor desviou de canela. A bola passou raspando o poste direito de Fernando Wellington.

Melhor no jogo, o Juventude abriu o placar, aos 27 minutos. Luiz Felipe cobrou escanteio da direita, Jorge Fellipe cabeceou, o goleiro do Caxias pegou no reflexo, mas deu rebote. Aí, o estreante Amoroso apareceu para colocar no fundo da rede.

A partir daí, foi a vez dos donos da casa responderem  às investidas do rival. Aos 34, Everton encontrou Edenilson, que bateu forte. Silvio Luiz defendeu. Aos 42, Marcelo Costa cobrou escanteio da esquerda, Anderson Bill subiu mais do que todo mundo e a bola passou rente ao poste esquerdo. Dois minutos depois, foi a vez de a pressão grená dar resultado. Marcelo Costa tocou para Itaqui, que mandou uma bomba. Silvio Luiz bateu roupa, Everton veio de trás e tocou na saída do goleiro papo: 1 a 1.

O segundo tempo começou quase da mesma forma do que o primeiro. Só que quem tomou a iniciativa, dessa vez, foi o Juventude. O Caxias respondeu e criou duas boas chances. Aos três, Edenilson cruzou da direita e Umberto conseguiu afastar antes de Cristian Borja complementar para o gol. Aos seis, Itaqui cobrou falta da direita, Neto tocou de cabeça e a bola passou perto do poste direito. A partir dos 10 minutos, no entanto, o clássico ficou feio. O que se viu foi muita disputa, principalmente no meio-campo, jogadas ríspidas e pouca inspiração das duas equipes. Tanto que lances de perigo passaram a ser raros. E no final, já nos acréscimos, quem poderia ter saído do Jaconi com a vitória foi o Ju. Luiz Felipe pegou uma sobra da zaga e bateu forte, mas muito alto, sobre o gol de Fernando Wellington.

 

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